Logo do Jusbrasil com acesso para a página inicial
Todos
Todos
Artigos e Notícias
Jurisprudência
Diários Oficiais
Modelos
Peças Processuais
Legislação
Consulta Processual
Doutrina
Buscar no Jusbrasil
Cadastre-se
Entrar
Home
Consulta Processual
Jurisprudência
Doutrina
Artigos
Notícias
Diários Oficiais
Peças Processuais
Modelos
Legislação
Diretório de Advogados
Advogado Online
Assinante
Galdino Batista Advocacia
Perfil Verificado
O Jusbrasil confirmou que este perfil é autêntico.
(
1
)
Limoeiro (PE)
16
seguidores
28
seguindo
Seguir
Verificações
Galdino Batista Advocacia
OAB 29.290/PE
VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
Assinante
Desde Novembro de 2024
Primeira Impressão
(
1
)
(
1
)
1
avaliação
ao primeiro contato
Comentários
(
9
)
Galdino Batista Advocacia
Comentário ·
há 11 anos
[Modelo] Petição LOAS com Pedido de Tutela Antecipada
Galdino Batista Advocacia
·
há 13 anos
Muito obrigado!!! Boa sorte!
1
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Galdino Batista Advocacia
Comentário ·
há 11 anos
Modelo de Petição de Pensão por Morte
Galdino Batista Advocacia
·
há 13 anos
Olá, dr Bruno Moraes. Já que a filha de sua cliente recebe a pensão. Vá devagar, com calma. Ainda na seara administrativa, solicite uma J.A. - Justificação Administrativa. Em seguida, ingresse com ação declaratória de reconhecimento de união estável, na justiça comum, estadual.
Após ter a decisão, ficará fácil.
Agora, caso a companheira tenha várias provas robustas com relação a existência da união estável, pode entrar direto, na justiça federal, pedindo a concessão.
Considerando que o tempo não é o seu inimigo, vá com calma. Colete as provas e, paulatinamente, conduza nos procedimentos que lhe são úteis.
Boa sorte!
5
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Galdino Batista Advocacia
Comentário ·
há 11 anos
[Modelo] Petição LOAS com Pedido de Tutela Antecipada
Galdino Batista Advocacia
·
há 13 anos
Muito obrigado, Tiago Brito!
1
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Carregar mais
Recomendações
Larissa Casemiro
Comentário ·
há 7 anos
Análise sobre a possibilidade de aplicação aos professores do §5º do Art. 40 da Constituição Federal cumulado com o Art. 3º da EC 47/05
Paula Viana
·
há 10 anos
No mesmo sentido de não ser possível a aplicação cumulada do artigo 40, § 5º, da Constituição Federal de 1988 com a regra de transição prevista no artigo 3º da Emenda Constitucional nº 47/2005: https://tcnotas.tce.mg.gov.br/tcjuris/Nota/BuscarArquivo/1747252, que inclui a menção a outros julgados recentes (2018) de tribunais estaduais em igual raciocínio.
2
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário
Notícia ·
há 13 anos
STJ. Previdenciário. Benefício. Concessão. Reexame necessário. «Reformatio in pejus». Inadmissibilidade.
O Tribunal, em remessa necessária, inexistindo recurso do segurado, não pode determinar a concessão de benefício previdenciário que entenda mais vantajoso ao segurado. É certo que o juiz pode...
1
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Regina Celia
Comentário ·
há 13 anos
Modelo de Petição de Pensão por Morte
Galdino Batista Advocacia
·
há 13 anos
Sou mais uma refém da dor mais doida do mundo , que foi a perda do meu único filho, vítima da violência urbana, latrocínio no dia 21/02/2012. apenas um tiro foi o suficiente para matar o meu amado filho. Fiquei sem chão, fazendo tratamentos psiquiatrícos e psicológicos, perdi a minha identidade como muitas outras mães. Recorri a pensão por morte do meu filho, o Inss me negou por duas vezes, sendo que era só eu e o meu filho de 27 anos que morava e dividíamos as despesas da casa e o mesmo não deixou filhos. Apresentei tantos documentos, os 2 documentos mais tristes para mim, foi a certidão de 'nascimento dele e a de óbito, tipo: Do últero ao túmulo. Não conseguindo convencer ao INSS que eu só mostrava e falava a verdade e a dor que me consumia dia-a dia, procurei ajuda da Justiça federal, levando testemunhas valiosas que conheciam a minha vida cotidiana com o meu filho. A minha sentença foi procedente pela MM. Juiza que condenou ao INSS a pagar os meus direitos, depois do infeliz comentário da defesa do INSS dizendo, que as minhas testemunhas poderiam ter sido induzidas a mentir para a minha defesa, a minha advogada solidária respondeu ao defensor do INSS que foi muito injusto o comentário dele. Bom, o Inss concedeu-me a mensalidade de R$718,00, mas o retroativo da setença procedente até hoje dia 03/09/2013 não me foi concedida! como assim? E a decisão judicial? Quem está do meu lado? A justiça federal condenou ao Inss a pagar o retroativo que me é de direito e até agora nada? A vida do meu filho vale muito mais que qualquer dinheiro, mas ainda preciso sobreviver já que estou desempregada e ainda fazendo tratamentos. Mas a Justiça de Deus não falha e Ele é o Juiz dos Juízes.
1
0
WhatsApp
Email
Facebook
Twitter
LinkedIn
Copiar Link
Reportar
Carregar mais
Perfis que segue
(
28
)
Carregando
Seguidores
(
16
)
Carregando
Tópicos de interesse
(
29
)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres
Criar minha conta